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Senador manda brasa
 


QUEM VAI CUIDAR DO LOJINHA? HAJA BABAGANUCHE!!!

Será futuro prefeito de São Paulo Haddad, Chalita ou talvez Afif? Só falta agora o Nagib, o Rachid, o Assad, o Rizkallah, o Fadul e o Abdallah? Paulo Salim Maluf não viria a calhar também, no lugar de Kassab?



Escrito por gabriel às 18h51
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PAIS DA PÁTRIA

Gosto muito dessa foto - curioso flagrante. Eles simbolizam a história do Brasil no século XX. Juntos, somam uns mil anos (haha). da esquerda pra direita, Evandro Lins e Silva, Oscar Niemeyer, Barbosa Lima Sobrinho e José Aparecido de Oliveira. Conheci Niemeyer e, um pouco mais estreitamente, Zé Aparecido.



Escrito por gabriel às 21h13
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REMOVEDOR

"Delir" é muito mais bonito do que o modernoso "deletar" (este já dicionarizado). Delir, no sentido de apagar, existia no português arcaico. O verbo é oriundo de delere, da segunda conjugação do latim (ere). Lembrando que todos os verbos da segunda conjugação são paroxítonas.



Escrito por gabriel às 20h11
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ESTUDOS VADIOS

Gabriel Senador Kwak

Ando cada vez mais interessado em biotecnologia, biodinâmica, tecnologia de alimentos, gastronomia ortomolecular, pesquisa agropecuária e melhoramento das pastagens.



Escrito por gabriel às 14h14
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COM TODO O MEU RESPEITO...

...mas eu não respondo spams de boas festas. Em prol da personalização das mensagens!!



Escrito por gabriel às 12h04
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PATINAÇÃO EM 2011

O sonho supremo. Nunca desejei tanto uma coisa na vida do que deslanchar em 2.012. Momentos mui amargos em 2.011. Momentos pra esquecer.



Escrito por gabriel às 20h43
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AS LIÇÕES DE YOKO ONO

"Imagine seu corpo se espalhando rapidamente por todo o planeta como um tecido fino." Esta é uma das instruções de Yoko Ono, no seu livro Do Grapefruit. Do Grapefruit, lançado em 1964, é um guia poético para se produzir quadros e performances. São instruções, haikais e desenhos da viúva de Lennon. Inclusive, consta que "Imagine", o grande hit de Lennon, é inspirado nas lições e instruções da artista plástica. Começa sempre com "imagine isso, imagine aquilo."

Há outras instruções, tais como: "Esconda-se até que todos se esqueçam de você e se esconda até que todos morram." Uma coisa ninguém pode negar, goste-se ou não da viúva de Lennon, madame Yoko Ono é capaz de surpreender. Identificada com a arte de vanguarda, sobretudo com a escola artística Fluxus, um movimento de contracultura dos anos 60.

Em 1965, Yoko surpreendeu ao apresentar uma performance no Carnegie Recital Hall intitulada "Cut Pieces". Nessa instalação, nessa performance, Yoko ficava sentada e o espectador era convidado a cortra pedaços de sua roupa com uma tesoura até Yoko ficar nua.

"Imagine uma raindrop", por exemplo. 

"Imagine seu corpo se espalhando rapidamente por todo o planeta como um tecido fino."



Escrito por gabriel às 17h30
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GAINSBOURG, GAUCHE NA VIDA

A Folha de S.Paulo publicou o registro abaixo quando morreu, em março de 1991, o conquistador e boêmio cantor francês Serge Gainsbourg. A turbulenta vida do lendário Gainsbourg (1928-1991), um tombeur de femme charmoso mas pra lá de feio, narigudo e orelhudo, foi recuperada no filme recente de Joann Sfar, "Gainsbourg - O Homem que Amava as Mulheres". Mais uma pro Túnel do Tempo...

O cantor e compositor francês Serge Gainsbourg foi encontrado morto anteontem à noite em Paris, quando bombeiros invadiram seu apartamento. O Autor da polêmica canção "Je T'Aime, Moi Non Plus" tinha 62 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada. O cantor era alcóolatra e já havia sofrido dois ataques cardíacos. Com mais de 500 canções gravadas, Gainsbourg construiu sua carreira sobre a imagem de provocador e maldito. Entre outros escândalos queimou uma nota de 500 francos na TV francesa, em 84. Disse que queria demonstrar fisicamente como os impostos queimavam o dinheiro das pessoas.

Também gravou o hino nacional francês, a "Marselhesa", em ritmo de reggae com músicos jamaicanos, em 79. Sofreu ameaças dos para-quedistas, que, em manifestação durante um concerto, tiveram que ser contidos por 400 policiais.

A partir do sucesso da erótica, "Je T'Aime, Moi Non Plus" (de 69), Gainsbourg veio ao Brasil, em 70, acompanhado pela atriz Jane Birkin, parceira da gravação e sua mulher na época. Quatro anos depois, escreveu e lançou o filme homônimo com mesma Birkin.

O compositor prvocou outro escândalo em 85, ao insinuar incesto com Charlotte (sua filha com Jane Birkin), na época com 14 anos, através da canção "Lemon Incest". Os dois apareciam deitados numa cama coberta de cetim preto, no clip da canção.

Pouco depois escreveu e dirigiu o filme "Charlotte Forever", exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 87. Nele, atuava ao lado da mesma filha, no papel de um roteirista alcoólatra, entre citações de Proust e Nietzsche.



Escrito por gabriel às 16h24
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VOCÊS NÃO VALEM NADA MAS EU GOSTO DE VOCÊS

Estava outro dia me divertindo horrores revendo vídeos no Youtube com a atuação de Eva Wilma, como a tresloucada vilã Altiva, na novela "A Indomada", que sempre invocava o "raio divino" contra as "quengas" da cidade de Greenville. E lembrei de algumas vilãs memoráveis e deliciosamente abomináveis. Como não lembrar Perpétua (de "Tieta"), Odete Roitmann (de "Vale Tudo"), Violante (de "Xica da Silva"), Nazaré ( de "Senhora do Destino"), Bia Falcão (de "Belíssima"), Flora (de "A Favorita"), Laurinha Figueroa (de "Rainha da Sucata"), Cândida (de "Desejo Proibido"), aquela que a Claudia Abreu fez em "Celebridade" (me escapa o nome agora...). Mencionaria alguma encarnada pela Nathália Thimberg mas nenhuma em especial me vem à mente.

Já da galeria dos vilões, creio que o número seja muito menos específico, embora tenham marcado malvados repulsivos como o Leôncio vivido pelo excepcional Rubens de Falco, em "Escrava Isaura".

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Uma reflexão para começar a semana: Cada vez menos amizade é algo incondicional. Temos de conquistá-las e reconquistá-las dia após dia.



Escrito por gabriel às 10h48
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MEUS APETITES

AQUELE QUE NÃO TEVE INFÂNCIA

Comprei um LangoLango.

BORDAS

O sujeito que fundou a Pizza Hut prestou um serviço de utilidade pública inenarrável.



Escrito por gabriel às 16h12
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O XERIFE TUMA E O MAFIOSO SICILIANO ARREPENDIDO

Gabriel Kwak

Nem todo mundo se lembra, mas aqui me dou por bem pago se refrescar algumas memórias. O finado senador Romeu Tuma (1931-2010) [foto], investigador da Polícia Civil de carreira, foi o responsável pela prisão e extradição do mafioso italiano foragido Tommaso Buscetta (1928-2000), um chefe de quadrilhas, envolvido com tráfico de drogas internacional e diversas atividades ilegais. A captura se deu em 1983, em São Paulo, quando Tuma era superintendente da Polícia Federal no Estado.

Buscetta colaborou com autoridades italianas e americanas ao delatar as ligações perigosas da Cosa Nostra com o poder. Testemunhou, inclusive, no processo contra o ex-primeiro ministro da Itália Giulio Andreotti, acusado de envolvimento com a máfia. Andreotti foi, posteriormente, absolvido.

Esse é mais um episódio que recorto aqui.



Escrito por gabriel às 16h20
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MINHA CANETA AFIADA

Recebi por correio o catálogo da Geração Editorial (www.geracaoeditorial.com.br) e só agora me dei conta de que tinha revisado tantos livros daquela editora. Meio que tinha perdido a conta. Sou testemunha do crescimento deles. Já não é a editora pequena que apareceu em 1992...



Escrito por gabriel às 14h24
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PRESTES NO SENADO

Gabriel Kwak

O livro Luiz Carlos Prestes, O Constituinte, O Senador (1946-1948), organizado por Sérgio Soares Braga, editado pelo Conselho Editorial do Senado Federal em 2003, dedica-se à atuação parlamentar do dirigente comunista, um dos mais influentes líderes do século XX no Brasil. A edição recupera e enfeixa os pronunciamentos do senador Prestes na Assembleia Nacional Constituinte de 1946, suas emendas ao projeto constitucional, requerimentos, indicações etc. e seus discursos no Senado.

Lembre-se que nas primeiras eleições após a derrubada do regime ditatorial do Estado Novo, o Partido Comunista Brasileiro, agora na legalidade, após 23 anos de vida clandestina, elegeu Luiz Carlos Prestes (1898-1990) senador e quatorze deputados federais. Obteve uma fatia de quase 10% do eleitorado. A minoritária bancada do Partidão marcou sua presença durante o processo de elaboração constitucional.

O compilador da coletânea, Sérgio Soares Braga, professor de Ciência Política do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná, contextualizou, na Introdução do livro, a marcha da redemocratização do país (sem esquecer a para muitos inconcebível aliança entre Getulio Vargas e Prestes, recém-saído das masmorras do Estado Novo) e destacou episódios da participação da bancada comunista na Constituinte. A orientação programática explicitada nas intervenções dessa ruidosa bancada numa assembleia reacionária se organizava em torno de teses progressistas e reivindicações operárias, tais como luta contra a carestia e o aumento do custo de vida; ensino laico; reconhecimento do direito de greve; autonomia política aos municípios; nacionalização dos trustes e monopólios; extinção do Senado; revisão imediata de todos os contratos de exploração de minas e concessão de serviços públicos feitos pelo governo brasileiro com empresas estrangeiras.

Toda essa plataforma constitui a matéria-prima, o arroz-com-feijão do pensamento político de Prestes, recolhido por este livro nos 26 tomos dos Anais da Constituinte de 46, pensamento comprometido com a sociedade sem classes, a reforma agrária, a socialização dos meios de produção, a sociedade socialista, a transição natural da ordem capitalista para o socialismo, o proletariado no poder. E, naquela altura, fustigar ao governo reacionário e antipopular (até mais do que se esperava) do mal-diagramado General Eurico Gaspar Dutra (mãe do céu, era tão feio que deveria processar a natureza por perdas e danos...).

A intranquila lua-de-mel do PCB com a legalidade logo conheceria seu fim, com a cassação do registro do partido pelo Superior Tribunal Eleitoral em maio de 1947 e a consequente cassação dos mandatos dos parlamentares comunistas em janeiro de 1948.

Mas em mais de um speech, Prestes salientou que o Partido Comunista estava disposto a atuar nos limites da ordem legal. Para o senador, bastava ao Partidão "as armas da democracia para combater a ditadura". Chegou a acusar o presidente Dutra de "ditador", pois, por exemplo, a liberdade de reunião não estava assegurada na Capital da República. O timoneiro da Coluna que levou seu nome e que percorreu o Brasil de 1924 a 1927 enaltecia nas suas falas o legado da Revolução de 1917, que varreu os czares, e exaltava a contribuição que a União Soviética deu às nações democráticas para derrotar os países do eixo nipo-nazi-fascista. A bancada do PCB também desancava os ditadores no poder em Portugal (Salazar), na Espanha (Franco), no Paraguai (Morinigo) e na República Dominicana (Trujillo).

O senador Prestes também erguia sua voz da tribuna para criticar a política econômica e financeira do governo Dutra, que seria contrária á indústria nacional e ao estímulo à produção. Examinando as relações de produção no Brasil, ele acreditava que o país, sendo agrário, vivia, em grande parte, um regime pré-capitalista, semifeudal.

No primeiro aniversário da vida legal do Partido Comunista, Prestes doutrinou, da tribuna da Constituinte, na sessão de 23 de maio de 1946:

"Dentro do Partido Comunista, no Brasil como em todo o mundo, inclusive na União Soviética, os marxistas constituem minoria. Sua concepção materialista não é imposta, não é obrigatória dentro do partido. Sempre adotamos um programa político conforme à época histórica que atravessamos. Nós, comunistas, lutamos pelo socialismo; pretendemos chegar, realmente, a eliminar a exploração do homem pelo homem; isto não quer dizer, aboslutamente, que tencionemos implantar comunismo ou socialismo da noite para o dia. Justamente por sermos materialistas e compreendermos que tudo depende das condições objetivas, examinamos, nos momentos históricos, as de cada povo, para verificar o que é possível fazer com esse material.

Nas condições brasileiras, por exemplo, seria tolice pretender, hoje, uma revolução socialista. O Brasil é um dos países mais atrasados do mundo. Os restos feudais aí estão vivos, sendo necessários liquidá-los, para que se torne possível uma rápida expansão da economia capitalista. Será através do desenvolvimento pronto do capitalismo que mais depressa chegaremos ao socialismo. Nós, marxistas, acreditamos na verdade da ciência de Marx, de que o capitalismo leva, inexoravelmente, ao socialismo."

Acreditava na evolução do capitalismo para o socialismo.

Fazia o orador sempre questão de alertar para as ameaças ao regime democrático naquela quadra histórica. Em 12 de setembro de 1947, com seu mandato por um fio e o registro eleitoral do partido cancelado, Prestes concluiu:

"Se concordarmos até mesmo em lançar um manto de esquecimento sobre tudo quanto houve de trágico nesses anos de ditadura, conformar-me-ei. Creio, no entanto, ser dever nosso relembrar, agora mais do que nunca, o sacrifício de todos aqueles que, nesse quarto de século, lutaram, caíram, tombaram e se sacrificaram para que tivéssemos um regime democrático que pudesse realmente colocar nossa pátria ao lado das grandes nações do mundo, e não no plano daquelas pouquíssimas, em verdadeira exceção, que não permitem, hoje em dia, a livre atividade do Partido Comunista.

É o Paraguai de Morinigo; é a Espanha de Franco; é o Portugal de Salazar."

Seus discursos sempre se abastecem de materialismo histórico e materialismo dialético, segundo Marx.

Anos depois, um adversário de então, o à época deputado constituinte, Goffredo da Silva Telles Jr., respeitado professor de Direito, escreveria sobre Prestes na Constituinte: "Luiz Carlos Prestes conferia a seus discursos um estilo por assim dizer didático, doutoral. Não argumentava; martelava dogmaticamente suas lições, dono absoluto da verdade. Dei-lhe dois ou três apartes. Ele retorquiu malcriadamente. Não gostei. Anunciei-lhe que ele não perdia por esperar; eu lhe daria resposta adequada."

Goffredo, depois, de afastaria do conservadorismo e se identificaria muito mais com o receituário socializante, tornando-se um ícone da resistência democrática à ditadura militar de 1964-1985. Mas, isso é outra história...

Mas o livro organizado por Sérgio Soares Braga, um encorpado ladrilho de 772 páginas, é interessante fonte de consulta.



Escrito por gabriel às 17h36
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DATA MAXIMA VENIA...

Atribuo, sem ter muita certeza, que meu apelido de "Senador" se deva ao jeito de tribuno que assumia às vezes quando a ocasião o pedia. É um apelido dos tempos da faculdade, que se alastrou e que nunca mais me largou, sendo empregado até pelos íntimos, pais e namoradas, inclusos. Perguntam-me a razão e a origem desse apelido todos os dias, sem exceção. Bão, o que eu sei é que jornalistas de gerações anteriores à minha também eram conhecidos pela alcunha entre seus colegas de trabalho, como o falecido comentarista esportivo Mauro Pinheiro (mais sobre Pinheiro no endereço http://terceirotempo.ig.com.br/quefimlevou_interna.php?id=3328&sessao=f) e o conhecidíssimo Augusto Nunes.

Aliás, sempre me perguntam a idade também...sabe-se lá...e eu procuro sempre mentir pra baixo ou pra cima...

* * *

Pessoas céticas me cansam.

* * *

Nisso concordo com o filósofo O. de Caralho, mas creio que só nisso: um estudioso acadêmico para se manter atualizado deve ler 80 livros por ano.

* * *

O segredo da felicidade é a falta de expectativa em relação às coisas e às pessoas. Toda vez em que eu deixei de ser frio, sofri pra burro depois. Quase sempre.



Escrito por gabriel às 14h55
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ANOTAÇÕES À DERIVA (Gabriel Kwak)

E O QUE É QUE NÃO EXISTE NESTE MUNDO??

E uma amiga me vem com essa que não existe terapeuta que come a analisanda...Tchetchetchetche.

SEM PERDER A POSE JAMAIS

Sou fracassado, mas um fracassado com classe.

LIVROS, VADE RETRO!!!

Triste de uma cidade, no caso São Paulo, em que a maioria das suas bibliotecas públicas praticamente recusam a doação de livros. Melancólico pra mim é ver que o meu fetiche é objeto descartável...

OI??? COMO???

Não sabem como me incomoda essas pessoinhas que ficam 23 horas por dia com fone nos ouvidos. Ai minha safena!!!

O BALZAQUIANO SBT

Não há como negar que uma das novidades introduzidas pelo SBT foi a figura do apresentador de telejornal que se atreve a cunhar opinião, fraturando o reinado dos ledores de teleprompter, o reinado dos locutores. Sem contar "Chaves", "Carrossel" e outras atrações.

QUE PANCA!!!

O flamingo é uma ave muito elegante.

AS ALAMEDAS DA NOSSA MEMÓRIA (PENSAMENTO DA SEMANA)

"Quando vamos pescar essa coisa no oceano sem fundo que é a memória, o anzol já vai molhado do presente. Quando atinge o que procura não é mais o mesmo anzol e o que traz vem também alterado." (Pedro Nava, 1905-1984, o Proust brasileiro, em entrevista ao Estadão).



Escrito por gabriel às 22h04
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